DICAS DE SAÚDE

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

DENTE DE LEÃO - CHÁ


USO MEDICINAL

O Dente de Leão é usado há muitos séculos como a erva das doenças crônicas hepáticas. É muito usado para diabetes, é cardiotônico, e estimulante das glândulas linfáticas. Também é usada em quem tem hemorróidas, é ótima para gota e artrite, e a perfeita erva para quem tem muitas cáries.

1. Um estímulo da musculatura das vias gastrintestinais e das glândulas salivares, gástricas, intestinais, pâncreas e fígado. Produz-se assim maior secreção de saliva, bílis e suco gástrico, pancreático e intestinal. O importante é conseguir assim um melhor funcionamento do fígado e da vesícula.

2. Uma excitação das glândulas das vias respiratórias, facilitando a expectoração de escarros.

3. Uma excitação dos rins, que expulsam maior quantidade de líquido, produzindo unia descida da pressão arterial, quando o consumo é prolongado.

Emprego Como Planta Medicinal -- a) doenças hepáticas, vesiculares, icterícia, hemorróidas, catarros do estômago e dos intestinos, flatulências e lombrigas.

b) Para depuração do sangue.

c) Para reconstituinte nos catarros bronquiais crônicos.

d) Para os transtornos circulatórios e renais, sobretudo relacionados com a hipertensão.

O efeito principal é exercido indubitávelmente sobre o fígado e a vesícula.

USO ENERGÉTICO:

O Dente de Leão é a erva dos sonhadores, que não conseguem realizar nada. Ajuda aos idealistas a trabalharem com ideais que não têm base na realidade, e que por isso nunca são concretizados. Traz estrutura e posicionamentos na vida mais centrados e realistas. É ótimo para quem dá mil desculpas para não conseguir concretizar seus ideais.

DENTE DE LEÃO

Dente-de-Leão


O conhecido e para nós valiosíssimo dente-de-leão (Taraxacum officinale), da família das Compostas, é muito comum em lugares úmidos, prados, etc.
Desde a primavera até ao verão já adiantado, podem colher-se as folhas, uma a uma, depositando-as em cestos. Cumpre evitar qualquer pressão nas folhas. Estendem-se o mais depressa possível, formando camadas finas, em lugares à sombra, para secarem.

As raízes são desenterradas na primavera e no outono, separando-se das folhas e das radículas ainda existentes; lavam-se cuidadosamente e deixam-se secar depois no chão durante dez ou doze dias. Para as secar depois por completo, aplica-se-lhes calor artificial. Depois de seca, a folha fica quebradiça e rangente.

As raízes colhidas no outono produzem um extrato doce com grande teor de açúcar, ao passo que as que são colhidas na primavera contêm mais elementos amargos e mais sal.

Tanto as folhas como as raízes guardam-se em sacos. Devem controlar-se semanalmente.

Composição e propriedades -- Os componentes ativos, conhecidos até agora, são: 0,5% de taraxina (um elemento amargo), 40 % de inulina, vitamina D, colina, ácido poxifenilacético, ácido dioxinâmico, ácido tartárico, gordura, cera e na raiz, um óleo essencial.

As numerosas matérias ativas que pelo seu efeito se complementam e completam provocam:

1. Um estímulo da musculatura das vias gastrintestinais e das glândulas salivares, gástricas, intestinais, pâncreas e fígado. Produz-se assim maior secreção de saliva, bílis e suco gástrico, pancreático e intestinal. O importante é conseguir assim um melhor funcionamento do fígado e da vesícula.

2. Uma excitação das glândulas das vias respiratórias, facilitando a expectoração de escarros.

3. Uma excitação dos rins, que expulsam maior quantidade de líquido, produzindo unia descida da pressão arterial, quando o consumo é prolongado.

Emprego Como Planta Medicinal -- a) doenças hepáticas, vesiculares, icterícia, hemorróidas, catarros do estômago e dos intestinos, flatulências e lombrigas.

b) Para depuração do sangue.

c) Para reconstituinte nos catarros bronquiais crônicos.

d) Para os transtornos circulatórios e renais, sobretudo relacionados com a hipertensão.

O efeito principal é exercido indubitávelmente sobre o fígado e a vesícula e através deles sobre o metabolismo na sua totalidade. Por meio destes efeitos metabólicos gerais obtêm-se também resultados benéficos nos casos de gota, reumatismo, obesidade, esclerose, doenças do sangue e também, às vezes, da diabetes. O melhor nestes casos é empregar sumo fresco obtido por pressão das folhas e das raízes, tomando três vezes por dia uma colher grande durante um período de três a seis semanas. Se no inverno se obtiverem folhas e raízes secas, misturam-se estas em partes iguais e prepara-se uma infusão com uma colherada da mistura num copo de água, bebendo um copo várias vezes por dia.

Emprego Como Salada -- As folhas do dente-de-leão constituem uma excelente salada pelo seu efeito estimulante sobre o apetite. Quem se habitua a consumir várias vezes por semana salada de dente-de-leão ou de qualquer verdura silvestre misturada, não espera com interesse o aparecimento da alface, pois esta parecer-lhe-á insípida comparada com aquela. Continuará portanto com a salada dos dentes-de-leão, até que brotem as flores e o sabor se torne mais forte e amargo. O emprego do dente-de-leão na forma de suco fresco e de salada é muito de recomendar para a «limpeza» do organismo e deve ser vulgarizado.

Quando se enterram as raízes em areia durante o outono e se mantém um pouco úmidas, haverá na primavera uma salada um pouco pálida mas de sabor agradável servindo também estas folhas para condimento de salada de batatas. No outono, desenterram-se as raízes, cortam-se em pequenas rodelas e preparam-se com salada de alhos-porros. Produz um grande efeito diurético.

As raízes podem aproveitar-se também para sopas e outros preparados de verduras.

Obtém-se um substituto do café, cortando em cubos e torrando as raízes secas. A infusão não é desagradável.

6 comentários:

  1. pode tomar uma chicara 3 vezes durante o dia. as recomendações conhecidas dizem para não usar em excesso.

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  2. Para o tratamento de diabetes e pessoas que também fazem HEMODIÁLISE. ESSE CHÁ TAMBEM PODE SER INDICADO??

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